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Cidade / coordenada alvo

Escolha primeiro o ponto que você quer estimar — por padrão, a sua localização atual. Só entram no estudo estações a até 500 km em linha reta desta coordenada.

Município → coordenada central (IBGE). Altitude do MDE Copernicus (Open-Meteo), usada na correção altimétrica. Ajuste fino pelo mapa.

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Analisar dados das estações

Defina a coordenada alvo no passo 1 para liberar a importação.
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Dados automatizados
Buscar estações e séries por uma API meteorológica (INMET). Fluxo pronto; integração ainda não configurada nesta versão.
📁
Importar dados manualmente
CSV / XLSX, um ou vários arquivos, um arquivo com várias estações ou colar dados. Reconhece o formato INMET.
Integração INMET não configurada. Use a importação manual de dados.
📂 Clique para selecionar um ou vários arquivos ou arraste aqui
Formatos aceitos: .csv, .txt, .xlsx, .xls · o padrão INMET (cabeçalho com metadados) é reconhecido

Cole dados do Excel/LibreOffice/CSV. A primeira linha deve conter os cabeçalhos. Inclua uma coluna de identificação da estação quando o bloco tiver várias.

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Mapear colunas

Cada arquivo é reconhecido como uma cidade/estação. Indique o que cada coluna representa — deixe em — ignorar — o que não se aplica. Nenhuma estação é descartada por faltar uma variável. Até 10 cidades por análise.

Mapa — estações e coordenada alvo

Clique no mapa para definir a coordenada alvo, ou digite latitude/longitude no painel ao lado.

Coordenada alvo Estação usada Estação candidata / excluída
Tiles © OpenStreetMap contributors
Climatologia e Interpolação Meteorológica
Importe as séries das estações, escolha a coordenada alvo no mapa e rode o controle de qualidade.
Esta etapa padroniza o tempo, detecta a frequência, mede a cobertura e agrega cada estação à resolução pedida.

A série usa IDW otimizado: p e k calibrados por variável via validação cruzada leave-one-station-out (mín. 4 estações; abaixo disso usa p = 2). A precipitação tem pipeline próprio (soma temporal, cobertura por intervalo, sem correção altimétrica). Correção altimétrica da temperatura, GIDS e comparação entre múltiplos métodos entram numa próxima versão.

Série estimada para a coordenada alvo

Valores estimados para a coordenada alvo — nunca são observações meteorológicas originais. Clique no cabeçalho para ordenar; clique num gráfico para ampliar e comparar séries. Célula vazia = menos de 3 estações naquele instante. Horários em BRT (UTC−3).
Precipitação (mm): soma dos registros dentro de cada intervalo (por estação), depois interpolação espacial IDW — acumulado por hora/dia conforme a resolução escolhida.

Configuração

Cada estação é agregada a esta resolução antes de qualquer passo espacial. Uma observação horária nunca vira falsa observação de 5 min.

km

Estações a mais de 500 km em linha reta da coordenada alvo ficam de fora do estudo.

Todas as saídas são convertidas para o horário de Brasília (BRT, UTC−3). O fuso de origem dos arquivos é detectado automaticamente (INMET vem em UTC).

Origem detectada: automático
%

Medida sobre o intervalo que a variável realmente atingiu (buracos nas bordas não contam). Abaixo disso a estação é marcada, não descartada em silêncio.

min

Quando uma estação deixa de registrar por pouco tempo (até esse limite), o valor é estimado por reta entre a leitura anterior e a seguinte. Buracos maiores ficam vazios. Chuva nunca é preenchida assim. Deixe 0 para não preencher nada.

Metodologia e modelos matemáticos

Descrição técnica, do ponto de vista climatológico e agronômico, de como o módulo transforma as observações de estações vizinhas em uma série estimada para a coordenada de interesse. As citações remetem à seção Referências ao final.

O problema é de interpolação espacial de variáveis meteorológicas: a partir de séries observadas em n estações, estima-se a série — no mesmo período e na mesma resolução temporal — para um ponto P₀ = (φ₀, λ₀, z₀) onde não há medição.

O valor estimado representa o ponto alvo, condicionado à configuração da rede de estações — nunca uma média simples entre estações e nunca uma observação. Toda estimativa carrega uma incerteza que depende da densidade da rede, da distância às estações, do relevo e do comportamento espacial da variável.

A cadeia segue a ordem clássica da climatologia aplicada: primeiro a harmonização temporal de cada estação (mesma resolução, mesmo fuso, controle de falhas), depois a interpolação espacial. As duas etapas nunca se misturam [Isaaks & Srivastava, 1989].

Fuso horário

As observações são lidas no fuso de origem (detectado automaticamente — o INMET publica em UTC) e toda a saída é convertida para o horário de Brasília (BRT, UTC−3), inclusive o alinhamento dos agregados diários e mensais ao dia civil local.

Detecção da frequência de amostragem

Não se assume passo horário. A frequência nativa Δt de cada estação é a moda dos intervalos entre registros consecutivos:

frequência nativa Δt = moda { ti − ti−1 }

São aceitos passos de 5, 10, 15, 30 e 60 min e séries irregulares.

Cobertura temporal

A completude é medida apenas no intervalo em que a variável de fato registrou dados (da primeira à última observação válida) — falhas antes ou depois desse intervalo não penalizam:

cobertura no intervalo efetivo C = nválido / nesperado

Abaixo do mínimo configurável (padrão 80 %) a estação é sinalizada, nunca descartada em silêncio. Uma variável ausente não elimina a estação: temperatura pode usar A+B+C e o vento apenas B+C, por exemplo.

Cada estação é agregada à resolução pedida antes de qualquer passo espacial. Uma observação horária nunca é convertida em falsas observações de 5 min. A regra depende da natureza física da variável:

  • Temperatura do ar: média (T̄), máxima (Tmáx) e mínima (Tmín) do intervalo — insumos de graus-dia, risco de geada e estresse térmico.
  • Umidade relativa e pressão: média do intervalo.
  • Precipitação: soma (acumulado). Nunca média de valor acumulado.
  • Vento: velocidade média; rajada máxima.
  • Ponto de orvalho, radiação: média.

Direção do vento — estatística circular

Direção é uma grandeza angular: a média aritmética de graus é incorreta (350° e 10° resultariam em 180°, não em 0°). Usa-se a média vetorial [Fisher, 1993; Mardia & Jupp, 2000]:

média circular C̄ = (1/n) Σ cos θi  ;  S̄ = (1/n) Σ sen θi
θ̄ = atan2( S̄ , C̄ )  ,  reduzida a 0° ≤ θ̄ < 360°

Quando há velocidade e direção, a agregação é vetorial (ponderada pela velocidade).

Séries irregulares

Para médias de séries com passo variável, opcionalmente aplica-se integração trapezoidal no tempo, sem integrar através de lacunas grandes.

Classificação de cada valor

Todo registro produzido recebe um estado que permite distinguir observação de estimativa:

OBSERVED · TEMPORAL_INTERPOLATION · SPATIAL_INTERPOLATION · ALTITUDE_CORRECTED · INCOMPLETE_PERIOD · MISSING · INVALID · INSUFFICIENT_STATIONS · EXTRAPOLATED

São diferenciadas: (a) timestamp inexistente; (b) timestamp existente com valor ausente; (c) variável inexistente naquela estação; (d) falha simultânea de várias variáveis; (e) valor fisicamente inconsistente; (f) período com cobertura temporal insuficiente. Os dados originalmente observados são preservados e nunca substituídos silenciosamente.

Variáveis contínuas (temperatura, umidade, pressão…)

Lacunas curtas (até um limite previamente definido ou validado) são reconstruídas por interpolação linear no tempo:

interpolação linear temporal X̂(t) = Xa + ( Xb − Xa ) · ( t − ta ) / ( tb − ta )

Lacunas maiores permanecem vazias e passam a depender da reconstrução espacial.

Precipitação — regras próprias

  • Nunca se usa interpolação linear no tempo: a chuva é descontínua e pode ter ocorrido só em parte do intervalo.
  • NA ≠ 0. Ausência de informação nunca é convertida em “não choveu”.
  • Se a cobertura do intervalo for insuficiente, o acumulado não é apresentado como total completo: marca-se INCOMPLETE_PERIOD e tenta-se reconstrução espacial; sem suporte, o resultado é NA.
Diferença essencial: 0 mm significa observação válida sem chuva; NA significa que não se sabe. Confundir os dois distorce balanços hídricos e climatologias de precipitação.

Distância entre pontos

As coordenadas geográficas são projetadas em um plano métrico local (equiretangular, centrado no alvo) e a distância é a reta euclidiana:

projeção local e distância em linha reta x = (λ − λ₀)·(π/180)·R·cos φ₀  ;  y = (φ − φ₀)·(π/180)·R
d = √( x² + y² )  ,  R ≈ 6371 km

Em escala regional (dezenas a poucas centenas de km) essa medida difere da distância geodésica (fórmula de Haversine [Sinnott, 1984]) em menos de 0,1 %.

distância geodésica (Haversine) — referência a = sen²(Δφ/2) + cos φ₀ · cos φi · sen²(Δλ/2)
d = 2R · atan2( √a , √(1−a) )

Regras de seleção

  • Disponibilidade reavaliada por variável e por instante — o conjunto de estações válidas muda ao longo da série.
  • Mínimo 3 estações válidas para estimar; abaixo disso o resultado é NA (INSUFFICIENT_STATIONS).
  • Máximo 10 estações; havendo mais, usam-se as mais próximas.
  • Estações além do raio máximo (padrão 500 km em linha reta) ficam fora do estudo.

IDW clássico

O método de ponderação pelo inverso da distância [Shepard, 1968] estima o valor no alvo como média ponderada das observações, com peso decrescente com a distância:

pesos, normalização e estimativa wi = 1 / dip  ;  λi = wi / Σj wj
Ẑ(P₀) = Σi λi Zi = Σi Zi di−p ⁄ Σi di−p

com p > 0 e 3 ≤ k ≤ 10. Se alguma di = 0 (alvo coincide com estação), devolve-se a própria observação, sem divisão por zero.

IDW otimizado

Não se fixam p = 2 nem k = 5 universalmente. A potência e o número de estações são calibrados testando uma grade de combinações e escolhendo a de menor erro em validação cruzada [Babak & Deutsch, 2009]:

grade de calibração e seleção p ∈ { 1,00 ; 1,25 ; 1,50 ; … ; 4,00 }  ;  k ∈ { 3, 4, …, min(10, N−1) }
( p*, k* ) = arg minp,k RMSECV( p, k )

A calibração é feita uma vez por variável, considerando o período e a resolução analisados — nunca por instante e nunca reaproveitada entre variáveis. É perfeitamente aceitável obter, por exemplo, temperatura com p = 1,75 e precipitação com p = 2,50.

Outros estimadores previstos para versões futuras: GIDS ([Nalder & Wein, 1998]), que embute uma regressão espacial de tendência antes do IDW, e o IDW adaptativo ([Lu & Wong, 2008]), com potência variável no espaço.

Usa-se validação cruzada espacial leave-one-station-out: cada estação m é removida, seu valor é estimado com as demais e comparado ao observado [Isaaks & Srivastava, 1989].

erro e métricas de desempenho em = Ẑ−m( Pm ) − Zm
RMSE = √( (1/M) Σ em² )  ;  MAE = (1/M) Σ | em |  ;  Viés = (1/M) Σ em

O critério principal é o menor RMSE; MAE e viés são analisados em conjunto [Willmott, 1982; Willmott & Matsuura, 2005]. O R² pode ser calculado quando aplicável, mas nunca é usado isoladamente para escolher o modelo.

A validação exige pelo menos 4 estações com a variável. Com apenas 3, aplica-se IDW clássico (p = 2) e as métricas ficam indisponíveis.

Validação do preenchimento de lacunas

O desempenho da reconstrução temporal é avaliado à parte: uma fração dos registros completos é artificialmente ocultada, reconstruída pelo algoritmo e comparada aos valores reais. Isso separa o desempenho da interpolação espacial do da reconstrução de lacunas no tempo.

O relatório informa sempre: “esta configuração apresentou o melhor desempenho para o conjunto analisado” — nunca atribui superioridade universal ao interpolador. O desempenho é condicional aos dados, à resolução e à rede de estações.

A precipitação compartilha o núcleo do IDW, mas não o pipeline da temperatura. É a variável meteorológica de maior heterogeneidade espacial: uma célula convectiva pode deixar 30 mm em uma estação e 0 mm a poucos quilômetros [Dirks et al., 1998; Goovaerts, 2000]. O IDW gera uma superfície contínua e tende a suavizar esses extremos.

Agregação — sempre por soma

acumulados Ph = Σ Pi  (soma da hora)  ;  Pd = Σ Ph  ;  Pm = Σ Pd

O que a precipitação NÃO faz

  • não aplica o gradiente térmico vertical (lapse rate) — Γ é uma correção de temperatura;
  • não preenche lacuna por interpolação temporal linear;
  • não transforma NA em 0;
  • não apresenta soma parcial de um intervalo incompleto como acumulado total.
Adequação por escala temporal: a incerteza espacial da estimativa é muito alta em 5–10 min, alta na horária e menor na diária, mensal e na normal climatológica. A interpolação horária não é proibida — o relatório apenas explicita a qualidade e o erro. Uma correção orográfica de chuva, se adotada no futuro, exigirá metodologia própria e validada, não o Γ da temperatura.

A temperatura do ar decresce com a altitude a uma taxa média (gradiente térmico vertical, lapse rate) de cerca de −6,5 °C/km (−0,0065 °C/m) na atmosfera livre [Barry & Chorley, 2009], com variação sazonal e regional na camada próxima à superfície [Rolland, 2003].

Para o Brasil, [Braum et al., 2023], com dados diários do Espírito Santo (2007–2020), mostraram que incorporar o relevo à interpolação da temperatura melhora substancialmente a precisão: o procedimento de melhor desempenho — ajustar as temperaturas observadas a uma altitude comum, interpolar por IDW e reconverter o resultado para a altitude real do terreno — reduziu o MAE em aproximadamente 51 % frente ao IDW que ignora a altitude.

correção altimétrica (aplicada só à temperatura) Ti* = Ti + Γ · ( z₀ − zi )  →  T̂(P₀) = Σ ( Ti* · di−p ) ⁄ Σ di−p

Γ pode ser (1) o valor climatológico predefinido; (2) estimado localmente por regressão espacial; ou (3) informado pelo pesquisador.

gradiente térmico estimado por regressão Ti = β₀ + βxxi + βyyi + Γ zi + εi  →  Γ̂

Γ̂ só é usado quando há número suficiente de estações, variação altimétrica adequada e matriz de regressão de posto completo — nunca com apenas três estações. Sem esse suporte, comparam-se por validação o IDW sem correção e o IDW com Γ = −6,5 °C/km; Γ nunca é inventado.

A mesma correção não é aplicada automaticamente a precipitação, umidade ou vento, cuja relação com o relevo tem natureza distinta.

Estado atual do módulo: a correção altimétrica, o GIDS e o AIDW estão descritos e previstos, mas ainda não ativos. A versão atual usa IDW (clássico ou otimizado) sem ajuste de altitude, e o campo correção altimétrica aparece como “não aplicada” na rastreabilidade. A altitude do alvo já é obtida de um Modelo Digital de Elevação (Copernicus GLO-90) e pode ser ajustada manualmente.

Comparação de métodos para a temperatura (previsto)

Quando houver suporte matemático, serão comparados por validação cruzada: M1 IDW clássico · M2 IDW otimizado · M3 IDW + Γ fixo · M4 IDW + Γ̂ estimado · M5 GIDS · M6 AIDW. Seleciona-se o de menor RMSE nos dados analisados.

GIDS — gradient plus inverse distance squared [Nalder & Wein, 1998] Zi = β₀ + Cxxi + Cyyi + Czzi + εi
Zi* = Zi + (x₀−xi)Cx + (y₀−yi)Cy + (z₀−zi)Cz
Ẑ(P₀) = Σ Zi* di−2 ⁄ Σ di−2

O GIDS só é aplicado com estações suficientes para estimar os coeficientes; matriz singular, poucas observações ou falha de ajuste não produzem resultado (retorna indisponibilidade explícita).

AIDW — adaptive IDW, expoente variável no espaço [Lu & Wong, 2008] Ẑ(P₀) = Σ [ Zi · di−p(P₀) ] ⁄ Σ di−p(P₀)  ,  com p = p(P₀)

A eventual implementação seguirá o algoritmo original — sem versão simplificada não documentada.

Constrói-se o fecho convexo (convex hull) das estações elegíveis [Eddy, 1977]. A posição do alvo em relação a esse polígono define a natureza da estimativa:

condição espacial P₀ ∈ Hull(S)  →  INTERPOLAÇÃO
P₀ ∉ Hull(S)  →  EXTRAPOLAÇÃO

A extrapolação nunca é escondida: quando o alvo está fora do polígono das estações, o resultado é sinalizado como projeção, e não como interpolação entre estações. Também são registradas as distâncias efetivamente usadas e a distribuição angular das estações (concentração em um único setor aumenta a incerteza).

Sequência obrigatória

dados brutos → normalização → fuso horário → controle de qualidade → detecção da frequência → detecção de lacunas → tratamento das lacunas curtas → agregação por estação para a resolução pedida → cobertura temporal → disponibilidade por variável → seleção das estações → cálculo das distâncias → análise da geometria → (correção altimétrica, quando aplicável) → calibração de p e k → validação cruzada → interpolação espacial → série meteorológica da coordenada alvo.

Exemplo: Maringá a 5 min, Londrina a 10 min e Curitiba a 60 min, com pedido de série horária — cada estação é primeiro agregada para 1 h e só então entra na interpolação.

Limitações e interpretação

  • Densidade da rede: poucas estações, ou muito distantes, ampliam o erro — sempre confira RMSE, MAE e viés.
  • Relevo: em terreno acidentado a interpolação sem correção de altitude pode enviesar a temperatura.
  • Precipitação convectiva: a superfície do IDW suaviza extremos; prefira agregados diários ou mensais para análises hídricas.
  • Extrapolação: resultados fora do polígono das estações têm confiabilidade reduzida.
  • O produto é sempre uma estimativa reproduzível, com rastreabilidade completa (método, p, k, estações, distâncias, RMSE/MAE/viés, cobertura, condição espacial) — nunca um dado observado.

Fontes de dados

  • INMET — INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA. Dados meteorológicos, catálogo de estações e dados históricos anuais. Brasília, DF: Instituto Nacional de Meteorologia. Disponível no Portal do INMET (bdmep.inmet.gov.br).
  • IBGE — INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Divisão territorial brasileira e coordenadas das sedes municipais. Rio de Janeiro: IBGE.
  • ESA — EUROPEAN SPACE AGENCY. Copernicus Global Digital Elevation Model (GLO-90), 2022. Altitude do ponto alvo obtida via Open-Meteo Elevation API.

Interpolação espacial

  • SHEPARD, D. A two-dimensional interpolation function for irregularly-spaced data. In: PROCEEDINGS OF THE 23RD ACM NATIONAL CONFERENCE, 1968. New York: ACM, 1968. p. 517–524. DOI: 10.1145/800186.810616
  • BABAK, O.; DEUTSCH, C. V. Statistical approach to inverse distance interpolation. Stochastic Environmental Research and Risk Assessment, v. 23, p. 543–553, 2009. DOI: 10.1007/s00477-008-0226-6
  • NALDER, I. A.; WEIN, R. W. Spatial interpolation of climatic normals: test of a new method in the Canadian boreal forest. Agricultural and Forest Meteorology, v. 92, n. 4, p. 211–225, 1998. DOI: 10.1016/S0168-1923(98)00102-6
  • LU, G. Y.; WONG, D. W. An adaptive inverse-distance weighting spatial interpolation technique. Computers & Geosciences, v. 34, n. 9, p. 1044–1055, 2008. DOI: 10.1016/j.cageo.2007.07.010
  • ISAAKS, E. H.; SRIVASTAVA, R. M. An Introduction to Applied Geostatistics. New York: Oxford University Press, 1989.

Avaliação de desempenho e interpolação climática

  • WILLMOTT, C. J. Some comments on the evaluation of model performance. Bulletin of the American Meteorological Society, v. 63, n. 11, p. 1309–1313, 1982.
  • WILLMOTT, C. J.; MATSUURA, K. Advantages of the mean absolute error (MAE) over the root mean square error (RMSE) in assessing average model performance. Climate Research, v. 30, n. 1, p. 79–82, 2005. DOI: 10.3354/cr030079
  • HIJMANS, R. J.; CAMERON, S. E.; PARRA, J. L.; JONES, P. G.; JARVIS, A. Very high resolution interpolated climate surfaces for global land areas. International Journal of Climatology, v. 25, n. 15, p. 1965–1978, 2005. DOI: 10.1002/joc.1276

Precipitação

  • GOOVAERTS, P. Geostatistical approaches for incorporating elevation into the spatial interpolation of rainfall. Journal of Hydrology, v. 228, n. 1–2, p. 113–129, 2000. DOI: 10.1016/S0022-1694(00)00144-X
  • DIRKS, K. N.; HAY, J. E.; STOW, C. D.; HARRIS, D. High-resolution studies of rainfall on Norfolk Island. Part II: Interpolation of rainfall data. Journal of Hydrology, v. 208, n. 3–4, p. 187–193, 1998. DOI: 10.1016/S0022-1694(98)00155-3

Temperatura, altitude e relevo

  • BRAUM, E. S.; ZANETTI, S. S.; CECÍLIO, R. A.; PEZZOPANE, J. E. M. Improving maps of daily air temperature considering the effects of topography: data from Espírito Santo, Brazil (2007–2020). Journal of South American Earth Sciences, v. 131, 104627, 2023. DOI: 10.1016/j.jsames.2023.104627
  • ROLLAND, C. Spatial and seasonal variations of air temperature lapse rates in Alpine regions. Journal of Climate, v. 16, n. 7, p. 1032–1046, 2003. DOI: 10.1175/1520-0442(2003)016<1032:SASVOA>2.0.CO;2
  • BARRY, R. G.; CHORLEY, R. J. Atmosphere, Weather and Climate. 9. ed. London: Routledge, 2009.

Estatística direcional, distância geodésica e geometria

  • FISHER, N. I. Statistical Analysis of Circular Data. Cambridge: Cambridge University Press, 1993.
  • MARDIA, K. V.; JUPP, P. E. Directional Statistics. Chichester: Wiley, 2000.
  • SINNOTT, R. W. Virtues of the Haversine. Sky and Telescope, v. 68, n. 2, p. 159, 1984.
  • EDDY, W. F. A new convex hull algorithm for planar sets. ACM Transactions on Mathematical Software, v. 3, n. 4, p. 398–403, 1977. DOI: 10.1145/355759.355766

Metodologia consolidada a partir da especificação técnica do StatApp (“Estimativa espaço-temporal de variáveis meteorológicas”). Os métodos de correção altimétrica, GIDS e AIDW estão descritos como previstos e ainda não ativos nesta versão.

Coordenada
Clique no mapa ou arraste o marcador. A altitude vem do MDE Copernicus (Open-Meteo).
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Série
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