Probabilidades e quantis das distribuições Binomial, Poisson, Normal, t de Student, Qui-quadrado e F — escolha a distribuição, informe os parâmetros e calcule. Não precisa de dados.
Ex.: P(Y=y) → chance de exatamente 8 sementes germinarem. P(Y>y) → chance de mais de 5 plantas infectadas por uma praga. P(Y≤y) → chance de, no máximo, 2 insetos sobreviverem a um inseticida.
Ex.: P(Y=y) → chance de capturar exatamente 3 insetos numa armadilha. P(Y>y) → chance de mais de 10 plantas daninhas em 1 m² (foco de infestação). P(Y≤y) → chance de, no máximo, 1 foco de doença por hectare.
"Probabilidade" → você já tem um valor e quer a chance associada (ex.: chance de produtividade acima de 4.000 kg/ha). "Quantil" → você já sabe a probabilidade e quer o valor (ex.: qual produtividade separa os 5% melhores). "Entre" calcula a proporção numa faixa, como % de plantas com altura entre 200 e 240 cm.
Bilateral é o mais comum em experimentos agronômicos (não há direção esperada do efeito) — é o valor usado no cálculo da DMS (Tukey/LSD). Use unicaudal (> ou <) só quando há uma hipótese direcional clara, como "o novo adubo aumenta a produtividade".
Uso clássico: teste de segregação genética (ex.: proporção 3:1 esperada em F2) e teste de Bartlett para homogeneidade de variâncias, um dos pressupostos da ANOVA. "Probabilidade" avalia um valor calculado; "Quantil" dá o valor crítico de referência.
A distribuição F é a base do teste de significância da ANOVA. "Probabilidade" calcula o p-valor de um F já obtido (ex.: F = 4,5 numa ANOVA); "Quantil" dá o F crítico da tabela, usado para decidir a significância antes de comparar.